Instalação elétrica: uma importante etapa da obra

Uma instalação elétrica é composta por materiais elétricos como fios, cabos e disjuntores, com características coordenadas entre si e essenciais para o funcionamento de um sistema elétrico. A instalação elétrica deve ser definida através de um projeto elétrico e elaborada por profissionais da construção civil, que determinarão o porte da instalação, circuitos e materiais elétricos específicos para serem usados na obra. Por isso, torna-se uma das etapas mais delicadas de uma obra e merece uma atenção especial, tendo em vista que o choque elétrico é uma das principais causas de acidentes graves e até fatais.

Trabalhos em instalações elétricas, mesmo nas de baixa tensão, devem ser feitos sempre por profissional capacitado e seguindo as orientações da NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão.

Um sistema elétrico bem feito pode durar, em média 20 anos. Mas ao completar 10 anos, já é recomendável realizar uma revisão para verificar o estado dos condutores, soquetes, interruptores e outros materiais elétricos usados na instalação.

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Função dos disjuntores

O disjuntor é um material elétrico de proteção termo magnético utilizado em circuitos elétricos que tem a finalidade de proteger os equipamentos e os condutores. Como todo material elétrico de proteção e comutação tem a entrada e saída, quer dizer o condutor de entrada é ligado no terminal de entrada e a sua saída no terminal de saída. O disjuntor pode ser unipolar, bipolar ou tripolar, e a sua utilização dependerá das especificações feitas no projeto elétrico.

O disjuntor é um interruptor com desarme automático quando o mesmo identifica um curto-circuito ou uma sobrecarga. Ele é projetado para suportar uma determinada corrente elétrica, caso ocorra um pico de corrente ou mesmo um curto-circuito que eleve consideravelmente a corrente acima do limite suportado por esse, o mesmo interrompe o circuito, protegendo todos os elementos que componham esse circuito, após sanado esse risco o disjuntor pode ser rearmado para a continuidade do funcionamento deste circuito.

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Materiais elétricos

Tipos de disjuntores disponíveis no mercado:

Disjuntores de Alta Tensão: indicados para grandes potências, podendo alcançar valores de 100 ampères;

Disjuntores magnéticos: utilizado para proteger os equipamentos contra anomalias como sobrecargas, curtos-circuitos e outras avarias, é indicado especialmente para casos em que há preocupação de proteger o equipamento com bastante precisão;

Disjuntores térmicos: seu funcionamento interrompe o circuito elétrico quando a temperatura fica muito alta. Estes dispositivos são utilizados para evitar incêndios, danos causados por flutuações de tensão, e outras situações elétricas perigosas;

Disjuntor termomagnético: muito utilizado em instalações residenciais e comerciais, o disjuntor termomagnético protege contra curto-circuito e sobrecarga.

Fios e cabos condutores

Cabos e fios não são a mesma coisa, a diferença entre um fio e um cabo está na flexibilidade, pois a capacidade de condução de corrente é a mesma. Os fios são mais rígidos, pois são feitos de um único filamento. Já os cabos são compostos por diversos filamentos finos, que proporcionam mais flexibilidade e facilitam a colocação nos eletrodos.

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Dicas para economia de energia

Confira algumas dicas simples e práticas para economia de energia:

• Manter paredes, janelas, pisos e forros regularmente limpos é fundamental a limpeza coopera com o rendimento da luz e a luz artificial não é tão necessária;

• Preferencialmente use a luz natural abrindo janelas, cortinas e persianas;

• Mantenha luminárias e lâmpadas limpas para o melhor rendimento;

• Instale lâmpadas mais eficientes de maior durabilidade sempre considerando o custo beneficio;

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Tipos de lâmpadas

Incandescentes: em locais frequentados por muitas pessoas, seu uso deve ser analisado principalmente se o ambiente for climatizado a carga térmica exige mais potencia do condensador do ar condicionado, consequentemente gastando mais.

Fluorescentes: utilizadas em ambientes industriais, comerciais e residenciais essa é de muito pouca utilização, sua instalação sempre é voltada nas áreas de cozinha, de serviços e sanitários. Existe resistência do uso em salas corredores e quartos. Sua eficiência luminosa é cinco vezes maior que as incandescentes, superam 70 lm/W. É considerada "fria".

Mistas: combina uma incandescente e um tubo de descarga com alta pressão. Funcionam com tensão d 220 volts, sem reator. Emite cerca de 25l/W. Possui vida útil de cerca de 6000 horas. É uma alternativa para substituição de incandescente de alta potência.

Halógenas: com 25% a 40% de redução no consumo em relação às incandescentes, também permitem uma perfeita reprodução de cores. São compactas, portanto, adequadas à montagem de vitrines e à decoração em geral. Sua vida útil é de 2000 horas.

Dicroicas: são uns aperfeiçoamentos das lâmpadas alógenas por terem um refletor capaz de concentrar o facho luminoso e, ao mesmo tempo, mandar para trás parte do calor emitido. Tem vida útil de 3000 horas. Embora o vidro na face anterior seja opcional nos produtos oferecidos no mercado, ele é altamente recomendado no caso de a lâmpada ser colocada em locais de permanência de pessoas, caso contrário pode causar queimaduras semelhantes às queimaduras solares além de desbotar superfícies, como papéis carpetes e tecidos.